GERAL

Google Drive inspira curso de aprendizagem colaborativa

postado em 13 de mai de 2015 11:04 por Andre Martins   [ 15 de jun de 2015 10:20 atualizado‎(s)‎ ]

Núcleo de Tecnologia e Educação do Cemepe aposta em ferramentas gratuitas do Google Drive para ampliar o repertório pedagógico dos professores
Com o objetivo de buscar a qualidade e a eficiência no âmbito do direito de ensinar e aprender, o NTE desenvolveu e está 
https://plus.google.com/u/0/b/108078881326079216579/photos/108078881326079216579/albums/6148818490462756353
ministrando, em 2015, o curso  “Google Drive como ferramenta pedagógica: aprendizagem colaborativa” que aposta na  perspectiva do uso de ferramentas digitais de grande alcance.

De acordo com o projeto do curso, as tecnologias contemporâneas, cada vez mais, modificam nossa relação com o mundo e o nosso conceito de tempo/espaço, viabilizam novas formas produtivas e afetam profundamente a educação visto que estão presentes em muitas escolas, em seus diversos espaços como nos laboratórios de informática, nas salas de aula e com os próprios alunos (celulares, tablet), provocando transformações na forma de pensar, ensinar e aprender, constituindo-se em espaços de troca de experiências que podem contribuir para a construção de aprendizagens 

significativas.

Nesta perspectiva, os formadores do NTE analisaram que que o uso da plataforma do  Google Drive, possui várias ferramentas (aplicativos) que podem ser usados com fins pedagógico capazes de proporcionar experiências diferenciadas na forma de ensinar e de aprender. E, dessa forma, nos auxiliar em uma parceria na construção do conhecimento, servindo de suporte às atividades do professor.  

Algumas dessas ferramentas e o seu potencial que o curso explora são:

  • Google Docs (editor de textos e criação de textos compartilhados) onde o professor pode propor a criação de textos de forma colaborativa e compartilhado por uma equipe;
  • Planilha eletrônica que permite a criação de gráficos gerados a partir de tabelas, uso como banco de dados, pois permite o armazenamento de dados de forma organizada;
  • Apresentação de slides para a produção de conteúdos didáticos pelo professor, esquemas didáticos e resumos e produção e apresentação de trabalhos pelos alunos com o uso da edição compartilhada facilitando o trabalho colaborativo de grupos de alunos;
  • Formulário online, associado à planilha, constitui um meio simples e rápido de coletar informações, gerar apresentações gráficas e análises estatísticas de dados a partir de questionários, diagnoses e pesquisas, produzir testes e provas ou atividades que os alunos possam realizar de forma autônoma.

O Núcleo espera que com essa contribuição, os educadores possam explorar melhor a funcionalidade de tais aplicativos em benefício dos  alunos da rede municipal de ensino. Com esse intuito o coordenador do NTE e sua equipe esperam ampliar o repertório de dos profissionais da educação na perspectiva de um trabalho  criativo e colaborativo, valendo-se de recursos eficientes e acessíveis.

A primeira turma do curso já encerrou suas atividades e uma das participantes deu uma entrevista para nós falando um pouco sobre o que aprendeu. Ouça o relato completo na seção Publicações/Podcasts.

A Psicomotricidade em Debate

postado em 8 de mai de 2015 11:22 por Andre Martins   [ 15 de jun de 2015 10:33 atualizado‎(s)‎ ]

O Núcleo de Apoio às Diferenças Humanas (NADH), comprometido em aprofundar os estudos sobre Psicomotricidade, disponibilizou aos professores e pedagogos da Rede Municipal de Ensino de Uberlândia-MG, um curso intitulado “A importância da psicomotricidade no desenvolvimento humano”.

Este curso tem como objetivo contribuir na ampliação e dinamização das reflexões sobre Educação e a Psicomotricidade, de modo a instrumentalizar profissionais de diversas áreas no aperfeiçoamento de suas atuações. Assim, vem de encontro a uma demanda crescente no campo da educação, oferecendo subsídios básicos aos profissionais para o trabalho psicomotor, priorizando o corpo em movimento, por intermédio do brincar e das relações que ele estabelece nas fases do desenvolvimento humano.

O conteúdo programático deste curso envolve: a história da psicomotricidade; vertentes da Psicomotricidade; objetivos da Psicomotricidade; desenvolvimento Psicomotor; Psicomotricidade Funcional; Fundamentos Psicomotores; Psicomotricidade Vivenciada; Práticas corporais.


Os encontros do curso são mensais, na 2ª terça-feira de cada mês, nos turnos manhã e tarde, tendo como ministrantes os profissionais em Psicomotricidade que atuam no Atendimento Educacional Especializado (AEE), da Rede Municipal de Uberlândia.

Curso tem como tema escolarização de pessoas com espectro do autismo

postado em 8 de mai de 2015 10:14 por Andre Martins   [ 8 de mai de 2015 10:24 atualizado‎(s)‎ ]

     Em continuidade às ações de 2014, o Núcleo de Atendimento às Diferenças Humanas (NADH), em parceria com o Grupo de Estudo e Pesquisa em Transtorno do Espectro Autista (GPTEA/UFU), disponibilizou, neste ano de 2015, a 2ª edição do curso “A escolarização de pessoas com transtorno do espectro do autismo, novo paradigma para novas práticas: construção e ação”.

O curso de formação continuada com os profissionais da educação tem contribuído para a construção de conhecimentos sobre práticas educacionais que propiciam o desenvolvimento sócio e cognitivo dos estudantes com transtorno do espectro autista.

O trabalho busca subsidiar os profissionais para a superação do foco de trabalho nas estereotipias e reações negativas do estudante no contexto escolar e construção de processos de significação da experiência escolar e para a mediação pedagógica nos processos de aquisição de competências, por meio da antecipação da organização das atividades de recreação, alimentação e outras, inerentes ao cotidiano escolar.

Qualidade e quantidade no II SIAVA e I SIMAVA

postado em 5 de mai de 2015 05:14 por Andre Martins   [ 15 de jun de 2015 10:36 atualizado‎(s)‎ ]

“Avaliação educacional e produção da qualidade: para além dos resultados quantitativos”. Com essa temática, foi realizado o I Seminário de Avaliação Municipal de Educação de Uberlândia e o II Seminário Internacional de Avaliação. O evento foi promovido a partir da parceria do Grupo de Estudos e Pesquisas em Avaliação Educacional (GEPAE/UFU) com a Secretaria Municipal de Educação de Uberlândia (SME), além do Instituto Federal do Triângulo Mineiro (IFTM).

 O Seminário foi realizado nos dias 28,29 e 30 de abril promoveu discussões por meio de palestras, mesas redondas, pesquisas e relatos de experiências, fornecendo subsídios teóricos e práticos para problematizar a avaliação educacional em suas múltiplas dimensões e modalidades, colocando em questão o debate acerca das políticas públicas de educação e da organização do trabalho pedagógico no contexto escolar. A palestra de abertura “Avaliar para aprender: desafios teóricos e práticos da avaliação pedagógica (formativa e somativa)”  foi proferida pelo professor Domingos Fernandes, do Instituto de Educação (Universidade de Lisboa) que destacou que dentre várias (Im) Pertinências apontadas  no estudo da temática, destacou que “A avaliação é, por natureza, subjetiva e este facto incontornável não impede que ela produza resultados úteis, justos, com real significado e rigorosos.”  e apontou, como propósitos  a serem perseguidos: integrar o ensino, a aprendizagem e a avaliação; diversificar os métodos, as estratégias e as tarefas de avaliação; e envolver ativamente os alunos nos processos de avaliação.

O evento teve como pontos altos também a palestra da profa. Dra. Mara Regina Lemes de Sordi (FE UNICAMP) com a temática “Avaliação Institucional Participativa”; e a realização de cinco mesas redondas envolvendo educadores das instituições municipal, estadual e federal de ensino. As temáticas abordadas foram: Métodos de avaliação, a função social da avaliação, as infâncias e a avaliação e a avaliação externa.

No dia 30 de abril, no período da tarde, houve a apresentação de pesquisas e relatos de experiências de 84 trabalhos aprovados pela comissão científica do evento nas salas do Bloco O do Campus Santa Mônica.

O Seminário, em vários momentos, contou com apresentações culturais envolvendo a participação de alunos da rede municipal de ensino e com uma equipe de “sussurradoras” que recitaram poemas para o público presente na abertura do evento ao pé do ouvido.





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