EXPOSIÇÕES

Doze anos da Mostra Visualidades

postado em 17 de dez de 2015 04:45 por Andre Martins   [ 2 de abr de 2016 07:07 atualizado‎(s)‎ ]

O evento promove a discussão sobre os espaços expositivos e as interferências no espaço escolar, oportunizar aos alunos novas visibilidades. É função do professor enriquecer o cotidiano do aluno por meio de situações inusitadas, conteúdos, experiências e situações diversas. Assim, o aluno tem a oportunidade de construir um saber, de reelabora e, em algum momento de sua vida, fará (ou não) uso dessas memórias e aprendizados.

Por Léa Carneiro de Zumpano França (*)

A Mostra Visualidades (visualidades/visibilidades) pode ser vista como um processo de construção/percurso/projeto de ensino e aprendizagem em artes; como momento de prazer encanto para quem aprecia. Um projeto, um trabalho, um investimento por parte dos professores de arte.


Álbum da Mostra

https://goo.gl/photos/vVfbQ6R6asmNRaeZ7

Os professores de arte, que aguardam ansiosos pelo olhar do outro sobre sua proposta e a produção artística de seus alunos. A expectativa antes da visita é grande. Os professores querem surpreender a todos com bons projetos.

Todos professores que anualmente participam das visitas e observam, percebem, dialogam, trocam experiências. Enfim, fazem formação continuada.

Neste ano, a Mostra Visualidades completou 12 anos. O que isso significa para o Ensino de Arte? Visibilidade ao trabalho de professores de Arte e visibilidade à produção artística dos alunos. O trabalho envolve planejar, participar, viabilizando ações necessárias ao desenvolvimento do projeto. Nesse sentido, para o professor que participa significa valorizar e mostrar o que ele faz, o que o aluno faz, o que a escola vê quando são rompidos os limites da sala de aula. Para quem visita, significa revigorar, reabastecer, repensar, reavaliar, enfim, fruir.

Os trabalhos da Mostra Visualidades foram desenvolvidos a partir de projetos de ensino de Arte elaborados pelos próprios professores. Trata-se de um trabalho no qual o professor conhece seus objetivos, sabe o que pretende com os alunos, planeja, atua, avalia, refaz e elabora estratégias. Os alunos percebem que o professor sabe o que faz. O professor é observado pelo aluno, por isso deve estar sempre preparado.

Segundo as Diretrizes Curriculares para o Ensino de Arte (UBERLÂNDIA, 2011), por meio da Mostra Visualidades pode-se afirmar o trabalho com os conteúdos e temáticas nela constantes. Entre os quais destacamos Identidade: retratos e autorretratos; Elementos de linguagem e composição: cor, dimensão; Linguagens artísticas: desenho, pintura, escultura e objeto; História da arte, História dos povos; Arte contemporânea, com destaque para artistas locais (Hélio de Lima e Lionizia Goyá) e nacionais: Lygia Clark, Regina Silveira, Aldemir Martins, Eduardo Srur e Ronaldo Fraga.

O Circuito Visualidades surge a partir da avaliação positiva das exposições Visualidades no SESC, em 2006 e 2007, um recorte das exposições nas escolas, no entanto, para outro público, conseguindo ampliar a visibilidade do ensino de Arte em Uberlândia.

Em 2008, sob a coordenação da Professora Maria Rosalina S. P. Miguel, amplia-se o momento da Visualidade no SESC para o Circuito Visualidades (SESC, Cemepe e Casa de Cultura Graça do Axé). As duas ações são de grande relevância para os professores: momento de observar a construção por seus pares, a riqueza e a diversidade de propostas de ensino. As ações se mantêm pelo fato de os coordenadores/professores formadores eleitos no Cemepe nos anos seguintes manterem os projetos na pauta da formação continuada. E manterem também a parceria com o Polo‑UFU Arte na Escola (DICULT/PROEX/UFU).

Desde 2006, na abertura da Visualidades no SESC, acontece uma mesa onde os palestrantes discorrem sobre suas percepções acerca dos projetos e produções vistos na exposição. Essa ação também se manteve no Circuito Visualidades.  

A participação dos professores é voluntária. A média de adesão é de 18 a 20 escolas e de 25 professores. Mostra Visualidades e Circuito Visualidades são realizados a cada ano e sempre mostrando com critério pedagógico e envolvimento significativo O percurso/processo/produção de alunos e professores representa um desejo, uma vontade coletiva dos professores de Arte na formação continuada.



NTE promove workshop de fotografia e exposição

postado em 10 de dez de 2015 11:02 por Andre Martins   [ 23 de dez de 2015 06:04 atualizado‎(s)‎ ]


Parque do Sabiá

https://goo.gl/photos/QD4HyGhAgJmtXoov5

Workshop de fotografia no Parque do Sabiá foi uma das propostas de trabalho e aprendizagem da Formação Continuada de Informática Educativa em 2015 elaborada pelos professores formadores do Núcleo de Tecnologia e Educação do Cemepe. 

Neste dia, os professores com sua câmera fotográfica ou celular, se reuniram para registrar, de forma especial e única, um momento, uma narrativa, uma percepção, uma experiência estética. Segundo Achutti (1997, p. 39), “[...] toda a fotografia é um olhar sobre o mundo, levado pela intencionalidade de uma pessoa, que destina sua mensagem visível a um outro olhar, procurando dar significação a este mundo”. Neste viés, a partir das fotografias, podemos perceber os diferentes olhares dos professores, suas escolhas e seus recortes sobre o parque. Cada uma das imagens captadas revelam a sutileza, a sensibilidade e a criatividade dos professores que atuam no laboratório de informática das escolas municipais de Uberlândia.

Para dar visibilidade a esta experiência, os professores formadores do NTE (André Luís Batista Martins, Cecília Franco Morais, Cleber Ferreira Oliveira, Maria Rosalina Souza Pereira Miguel e Marta Fontoura) organizaram uma Mostra Fotográfica no saguão do Cemepe onde o os profissionais da educação e o público que frequenta a instituição  puderam verificar o olhar fotográfico dos professores de informática educativa.

 

Mostra do AEE permite trocas de experiência

postado em 2 de dez de 2015 09:56 por Andre Martins   [ 23 de dez de 2015 07:24 atualizado‎(s)‎ ]

https://goo.gl/photos/6C2STs7jKvyHXPFY7
No período de 23 a 27 de novembro, estiveram expostos os trabalhos desenvolvidos pelos alunos atendidos pelo Atendimento Educacional Especializado (AEE) das Escolas Municipais de Educação Infantil no pátio do Cemepe.

A Mostra Pedagógica permitiu que os professores do AEE na educação infantil efetivassem trocas de experiências quanto à identificação, elaboração, produção e organização de serviços, recursos pedagógicos, de acessibilidade e estratégias considerando as necessidades específicas dos alunos público‑alvo da Educação Especial.

A atividade tem como objetivo atender a resolução 04 de 02 de outubro de 2009, que no seu Art. 13 aponta para as atribuições do professor do Atendimento Educacional Especializado de, dentre outras ações, organizar serviços, recursos pedagógicos, de acessibilidade e estratégias considerando as necessidades específicas dos alunos da Educação Especial; de acompanhar a funcionalidade e a aplicabilidade de tais recursos na sala de aula comum do ensino regular; de articular  com os professores da sala de aula comum recursos pedagógicos e de acessibilidade que promovem a participação dos alunos nas atividades escolares.

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